Publicada em 10/1/2008
 
TRINTA ANOS NA LIDERANÇA (clique aqui)
 

A Equipe Azul do Vento de Pára-quedismo é o maior clube e escola do Brasil. Os números são da Confederação Brasileira de Pára-quedismo.

As estatísticas da CBPq (Confederação) confirmam o que já era sabido: a Azul do Vento é o maior clube e escola do Brasil com um total de 416 atletas, Skydive Resende aparece em segundo lugar com 193 e o Centro Gaúcho de Pára-quedismo em terceiro, com 164. (ver tabela abaixo).

No gráfico de atletas em dia (abaixo) com a Confederação, a Azul do Vento também aparece em primeiro, com 149 atletas.

Além de ser a mais antiga (tem quase 30 anos) e bem conceituada escola estabelecida e em funcionamento no pais, é a única que tem aeronave própria (CA-10) e sede em Campinas exclusiva para a prática do esporte.

Atualmente opera em duas áreas de salto para maior comodidade de seu quadro de atletas: Boituva e Campinas. Em Boituva é parceira e opera dentro do hangar da Vera Cruz. Mensalmente a Azul do Vento realizada entre 800 a 1000 saltos das aeronaves da Vera Cruz, sómente em Boituva.

Na sua área de salto em Campinas, possui um simulador de queda-livre (túnel de vento) destinado ao treinamento de alunos. O Túnel de Vento já está operacional para treinamento (de alunos).

A Azul do Vento implantou o curso AFF no Brasil em 1982. Hoje é parceira exclusiva da Skydive University, a líder mundial no desenvolvimento de programas de instrução no pára-quedismo. É a única escola de pára-quedismo no Brasil que oferece o Programa BBF (Basic Body Flight) da Skydive University.

Todos os instrutores seniores, jumpmasters e monitores foram treinados pela Skydive University. Por isso, oferece a melhor opção para cursos e saltos duplos.

Os equipamentos da Azul do Vento são novos e modernos Vectors com velames da Performance Designs. A Azul do Vento é pioneira mais uma vez operando equipamentos student com hand deploy. É a única escola que conta com a segurança do sistema exclusivo Skyhook (que extrai o pára-quedas reserva de dentro do container no caso de uma desconexão).

Seus fundadores e atuais operadores, Ricardo e Marcos Pettená são 12 vezes campeões brasileiros, campeões panamericanos e recordistas mundiais. Ricardo Pettená, em 1996, na Bélgica, obteve a melhor colocação de um brasileiro em uma Copa Mundial (evento oficial da FAI), ficando em 5o lugar na prova de FQL-8.

Justamente por reconhecer que o pára-quedismo é um esporte de risco, a Azul do Vento tem por filosofia priorizar os aspectos de segurança. Desde a sua fundação, a Azul do Vento serviu de modelo para clubes, escolas e federações no Brasil.

A Azul do Vento agradece a todos os seus alunos, atletas, STAFF e parceiros pela confiança, amizade e por fazerem parte da maior tribo de pára-quedismo do Brasil.

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O pára-quedismo é um esporte de risco e, mesmo quando praticado de acordo com as normas de segurança que regem oesporte,
há chances de que seus praticantes possam vir a sofrer ferimentos ou até mesmo morrer em decorrência de sua prática.